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Michael Douglas não é quem você está pensando e temos como provar

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A aviação é uma ciência que surgiu entre o final do século 19 e início do século 20 e há algumas discussões em torno de quem seria seu verdadeiro criador. Embora, como bons brasileiros, saibamos que é Santos Dumont o pai da aviação, discussões à parte, você sabia que mais ou menos na mesma época nascia o cinema? 

Pois bem. Como todo bom assunto, a proximidade não demorou muito a fazer com que a aviação se tornasse pano de fundo para muitas histórias projetadas nas telas. E se a aviação e o cinema têm tantas histórias juntos, a Helisul, que é uma referência nos serviços aéreos (e não é boba nem nada), também garantiu seu astro das artes. Em 2014, ele chegou. Pode acreditar, ele mesmo, Michael Douglas

Brincadeiras à parte, ele é o nosso brasileiríssimo Michael Douglas Hannig de Souza, gerente operacional de rampa. O nome dele, porém, não foi inspirado no premiado ator e produtor norte-americano Michael Kirk Douglas, protagonista do clássico Instinto Selvagem, como muitos acreditam. 

Na verdade, cada um dos nomes do colaborador da Helisul foi inspirado em dois atores dos quais o pai dele era muito fã: Michael Keaton (que está retornando na pele de Batman no filme Batgirl) e Kirk Douglas, pai do ator Michael Douglas. 

“Muitos me chamam assim. Mas que falem Michael e está ótimo”, brinca Michael Douglas, o nosso. 

Um dos irmãos de Michael também não conseguiu escapar da homenagem do pai e ganhou nome de pianista francês: Jean Michel. Os outros dois irmãos de Michael e Jean têm nomes comuns: Marcela e Cauã.

Drama da vida real

O paranaense Michael vai completar oito anos de Helisul agora em setembro, já cheio de memórias da vida real. Como é na dramaturgia, Michael viveu roteiros ora mais dramáticos e tristes, ora mais cômicos e alegres em todo este período que está na empresa. Todos eles dignos de muito agradecimento, como o próprio gerente operacional de rampa revela.

Pouco depois de ser contratado pela Helisul, Michael já se deparou com uma situação bastante delicada na vida particular. Ele conta, no entanto, que encontrou todo o apoio da empresa, mesmo sendo ainda um novato. 

Com cinco meses de empresa, o então auxiliar de rampa se viu com a esposa internada em um hospital e uma bebê de dois meses em casa, que dependia única e exclusivamente dele naquele momento. “Minha esposa teve um problema na vesícula. Um cisto cresceu e ela teve que operar. Eu tinha que levar o bebê ao hospital para mamar e voltar. Por isso, fiquei afastado por várias vezes”, revela.

Nesse vai-e-vem de hospital com o bebê e também ao lado da esposa em consultas e exames de acompanhamento, Michael não esquece todo o apoio que recebeu da Helisul e não se cansa de agradecer. “Queria participar e a empresa me proporcionou isso. Eu faltava, mas depois recolocava as horas. A equipe mandava mensagem dizendo: ‘Cuida dela’.” 

Um ano se passou e, quando Michael menos esperava, o mundo à sua frente desabou de novo. Desta vez, não com a esposa, mas com a filha. E, novamente, a empresa esteve ao lado de Michael e da família dele, em uma situação que estava fadada a um final nada feliz, como lembra ele. 

“Até hoje o médico fala que não entende. O problema que ela teve é o que causa microcefalia. Foi um milagre de Deus. Poderia ter problemas motores.” 

Hoje, a esposa, Jucimara, e a pequena Beatriz, de 7 anos, estão muito bem de saúde. “É uma menina linda, uma benção”, derrete-se o pai. A criança realiza exames uma vez ao ano e tem consultas periódicas de acompanhamento. 

Operação + gestão

Michael entrou na Helisul como auxiliar de rampa. Depois, passou a encarregado de rampa, coordenador de rampa e coordenador de base, até chegar ao cargo de gerente operacional de rampa. Natural de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, ele tem formação em manutenção de aeronaves.

Atualmente, o colaborador da Helisul cursa graduação a distância em Gestão de Transporte Aéreo na AEROTD Faculdade de Tecnologia, de Florianópolis (SC), onde se apresenta duas vezes ao ano para as provas finais. A ideia é emendar a formação acadêmica com uma pós-graduação em estruturas aeroportuárias.

Aos 36 anos de idade, Michael reconhece o interesse em aviação desde muito pequeno. Ele não chegou a ter uma influência familiar, como muitos nesta área. “Sempre tive vontade de trabalhar com aviação, mas sempre gostei da área operacional”, conta ele.

O gerente curte entrar em cena e lidar com os equipamentos na prática. Antes de concretizar o desejo de estar na área da aviação, trabalhou em uma montadora francesa de carros, com funilaria, como operador de prensa e também soldador.

Mas aí, na área de gestão, ele conheceu novas habilidades e interesses, e nasceu uma nova paixão dentro do trabalho. Hoje, Michael gosta de unir as duas áreas. 

Na gestão, tive a oportunidade de crescer bastante, viajar, conhecer outras bases, dar formação. Gosto das duas partes, lidar com as pessoas, dar oportunidades e de estar no meio operacional, resolvendo problemas, ajudando”, afirma. 

O gestor de Michael na época foi um dos grandes influenciadores na carreira, segundo ele. “O Barbosa foi uma pessoa que me adotou, me colocou na Helisul, me ensinou muita coisa. Ele era o meu gestor e hoje estou no lugar dele. Até hoje mantenho contato, ele foi responsável por me dar esse empurrão na aviação e sempre que preciso está comigo”. 

Na época, a equipe tinha oito pessoas. De lá para cá, ela cresceu, assim como aumentou número de hangares e de movimentação. Atualmente, a equipe gerida por Michael tem 15 colaboradores, para orgulho. “Foi só aprendizado, consegui absorver coisas muito boas que hoje me ajudaram a estar aqui e ter essa oportunidade. É um setor que encorpou e sou muito feliz por isso”, comemora. 

 
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